sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lições para desenvolvedores que aprendemos com Diablo II


Texto escrito por Sérgio Lopes para ter acesso ao texto completo acesso o blog Select Game

Cuide dos monstros que criam ou invocam outros monstros primeiro
Na segunda fase, quando estamos na floresta de Kurast, somos atacados e cercados constantemente por pigmeus assassinos, que são muito irritantes, e mais irritantes que eles, são os pigmeus bruxos que veem na onda de ataque. Cada um desses bruxos pode invocar um monte de pigmeus para continuar a atacar e acabar com seus recursos. Se você está cercado por 10 desses bruxos e todos aqueles monstros que eles podem invocar, você está em um mundo de dor, especialmente se você se foca em acabar com aqueles que estão lhe atacando. Você tem que derrubar o brucho primeiro, ignorando o resto, depois você ataca quem sobra.
Lição aprendida: Qualquer problema que estiver criando problemas adicionais deve ser colocado em prioridade para ser resolvido. Por exemplo, se você tem um bug no seu sistema, que está consumindo os recursos de seu aplicativo e fazendo com que sua equipe corrar atrás de apagar os incêndios gerados, considere que se você resolver o bug que está originando os incêndios, você irá aliviar sua equipe e permitir que ela foque em manter o sistema com qualidade, em vez de ficar correndo atrás do próprio rabo e jogando aguá com balde pra apagar fogo.
Força Bruta resolve na maioria das vezes…
Sutileza não é recompensada na maioria das vezes em Diablo II. Na maioria da vezes, em qualquer classe que você esteja jogando é pegar uma arma, magia ou habilidade básica que irá causar o maior dano aos monstros que você está enfrentando.
Lição aprendida: Pegar seu melhor código e colocar em cada parte do sistema é potencialmente uma perda de tempo. Use códigos simples, frameworks ou idéias que resolvam o seu problema. Não tente inventar muito. Isso sempre me lembra um frase que ouvi a muito tempo atrás, “sempre use o padrão KISS (Keep it simple stupid)”.
…Mas você precisa ter sutileza para enfrentar os chefes
Quando você encara um dos chefes de Diablo II, você não pode ir para cima direto, tem adotar alguma estatégia de ataque, ou é morte certa. Força bruta aqui não vai resolver, e você sempre irá precisar de ajuda e trabalhar em grupo pra tenta derrubar o monstrengo. Certas classes tem vantagens dependendo de quem você está enfrentando. Quando se está jogando com o Necromancer, enfrentar o primeiro chefe, por exemplo, é realmente um desafio e exige muito, mas se você estiver com o Barbáro, ele é fatiado facilmente. Juntos pode-se faze a diferença.
Lição aprendida: Você não consegue resolver um problema apenas com força bruta. Alguns problemas vão requerer que voce pense um monte, gaste tempo e energia. Escolha cuidadosamente as armas que vai usar para atacar o problema.  Às vezez, você não conseguirá lidar com o problema sozinho, ou já estará tão cansado que não conseguirá enxergar a solução. Peça ajuda, converse com um colega de trabalho, analise a visão dele, e com certeza você irá encontrar a solução com a ajuda de uma nova perspectiva.

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